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A cara do rox recém-instalado: superfícies translúcidas, tintura pelas capas desligada.
Um espaço de trabalho é um visual inteiro num arquivo: layout, paleta, aparência e todos os shaders que ele roda, embutidos, para que um visual importado chegue completo. Carregue um pela janela de boas-vindas ou pelas configurações, mude o que quiser e passe o arquivo adiante. Quem receber vê exatamente a mesma coisa. Estes oito já vêm com o rox.

A cara do rox recém-instalado: superfícies translúcidas, tintura pelas capas desligada.

O layout com que este projeto inteiro briga. Opaco, denso, decorações do sistema ligadas, barra de menus onde ela sempre esteve.

O skin CaTRoX de foobar2000 que todo mundo conhece de cor, o que começou tudo.

O WinAmp, do jeito que você lembra e não do jeito que ele era. Tahoma, escuro, sem moldura.

Painéis planos e linhas folgadas com a tintura pelas capas ligada, então a paleta segue a capa que estiver tocando.

Monoespaçado em tudo. Consolas, sem capa na reprodução rápida, um terminal que por acaso toca música.

O aplicativo inteiro como uma impressão de 1 bit. Um dither ordenado sobre cada superfície, tons que esmagam com o sub-grave, e uma parede de ruído atrás dos painéis que se move com a música.

Só o álbum que está tocando, sobre um banho suave da própria capa dele. Monocromático de propósito, para que a cor venha da imagem, e a biblioteca espera numa gaveta na borda direita.